Olá, Marcos Duarte!

Encontro aborda Juizado Especial Criminal no Beira-Rio

Data: 02/10/2008

Sempre em busca de maior segurança e conforto para o sócio e torcedor nos jogos no estádio Beira-Rio, o presidente Vitorio Piffero se reuniu na tarde desta quinta-feira (02/10) com o Desembargador Voltaire de Lima Moraes. Na pauta, a divulgação do Juizado Especial Criminal (JECRIM) do Beira-Rio, inaugurado neste ano. Moraes é presidente do Conselho de Relações Institucionais e Comunicação Social do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.


Alexandre Mussói (E), secretário-geral do clube, Vitorio Piffero, Des. Voltaire de Lima Moraes e o vice-presidente jurídico do Inter, Luis Antonio Lopes

Na ocasião estiveram presentes o vice-presidente jurídico do Inter, Luis Antonio Lopes, e o secretário-geral, Alexandre Mussói. Após o encontro na presidência do clube, o desembargador Voltaire de Lima Moraes, acompanhado de Mussói, conheceu a sala de monitoramento por câmeras do estádio. "Esta sistema de segurança é muito importante para um estádio e local com tamanha capacidade de público. Cada vez mais, com o Juizado e este moderno monitoramento, haverá segurança e comodidade para todos que freqüentam o Beira-Rio", elogiou Moraes.


Segurança no Beira-Rio: pauta do encontro foi o Juizado Especial Criminal

Desde a inauguração do Juizado Especial Criminal no último mês de abril, para a partida contra o Paraná na Copa do Brasil, já foram feitos 55 atendimentos. "Temos um moderno sistema de monitoramento 24 horas no Beira-Rio (composto por 64 câmeras), posto da Brigada Militar, posto da Polícia Civil e o Juizado Especial. Estas instituições estão aí para mostrar que o Beira-Rio é um lugar seguro. Estamos nos reunindo para falar do Juizado porque queremos ver o torcedor feliz, somente festejando e vibrando com seu time", afirmou Vitorio Piffero. O acesso ao posto do JECRIM se dá pelo lado da Bilheteria D, localizada entre os portões 7 e 8.


Des. Voltaire de Lima Moraes visitou a sala de monitoramento por câmeras

Competências

Da mesma forma que nos edifícios dos Foros Judiciais, em cada audiência há um Juiz de Direito que a preside, um Promotor Público e um Defensor Público, além de servidores e estrutura de apoio.

São da alçada do Juizado Especial Criminal todas as contravenções penais e os crimes com pena máxima de dois anos, cumulada ou não com multa. Os procedimentos orientam-se pelos critérios da oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, buscando, sempre que possível, a conciliação ou a transação penal.

O objetivo da Justiça é viabilizar a imposição rápida e efetiva da lei penal contra autores de crimes de menor potencial ofensivo, como causadores de arruaças e de atos de vandalismo e violência ocorridos antes, durante e após a disputa.

Fotos: Alexandre Lops

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